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As 7 guerras e batalhas mais bizarras e desnecessárias de todos os tempos

Desde os primórdios das primeiras civilizações, os seres humanos sempre lutaram pelos mais variados motivos, sejam políticos, culturais ou religiosos.

Por mais que inúmeras guerras e confrontos tenham moldado o mundo como ele é hoje, existem muitas batalhas que foram um tanto desnecessárias e trouxeram mortes (em alguns casos, nem isso) que poderiam ter sido evitadas, em confrontos que ocorreram por motivos quase banais. Confiram logo abaixo:

1 – Guerra do Lijar


Esse conflito, digamos assim, não teve nenhum morto. Em 1883, o rei espanhol Alfonso XII visitou Paris e foi insultado e atacado pela população local. O pequeno desentendimento não abalou as relações entre Espanha e França, porém somente os moradores do vilarejo espanhol de Lijar se revoltaram e decidiram declarar guerra ao país vizinho.

Inclusive, com o apoio de 300 moradores, o prefeito da época assinou um documento oficial para declarar o seu rancor e hostilidade aos franceses. Durante 93 anos, não houve qualquer conflito e ninguém foi morto, já que as ameaças foram insignificantes aos franceses, e eles as ignoraram. Somente em 1981 um diplomata francês foi enviado a Lijar para resolver a questão e acabar com o mal entendido.

2 – Guerra do Barril


Quantas vidas humanas vale um barril? Pelo jeito, aproximadamente 2 mil. Esse confronto teve início em 1325 quando os soldados de Modena, no território atual da Itália, invadiram Bologna e roubaram um barril de carvalho. Devido ao roubo, Bologna declarou guerra e enviou um exército para recuperar o tal artigo. Depois de 2 mil pessoas serem mortas, os Modeneses venceram o conflito e permaneceram com o estimado objeto, que até hoje está exposto na Torre do Sino.

3 – Guerra do Cão Perdido


Em 1925, um soldado grego ultrapassou a fronteira entre a Bulgária e a Grécia para procurar pelo seu cão perdido. Os solados búlgaros que viram o rapaz cruzar a fronteira não hesitaram e mataram o homem, que só desejava recuperar seu cachorro. Como os dois países não tinham boas relações, o conflito foi declarado. A Grécia pediu pela punição dos responsáveis, e o exército inclusive invadiu a cidade de Petrich, local onde ocorreu o incidente.

A Bulgária pediu intervenção da Liga das Nações, que ficou do lado dos búlgaros. Foram mortos entre 50 e 120 soldados, grande parte sendo composta por cidadãos búlgaros, e o confronto terminou após fortes pressões internacionais, que condenaram os gregos em mais de R$ 170 mil em indenização aos seus oponentes.

4 – Guerra de 1812


No passado, o tempo que as nações levavam para se comunicar influenciava muito o desenrolar dos confrontos, já que não existiam meios instantâneos de as pessoas trocarem informações como há hoje. Em 1808, um confronto entre britânicos e americanos poderia ter sido evitado se o telefone, por exemplo, existisse na época.

O então presidente dos Estados Unidos, James Madison, removeu o chamado Ato do Embargo, que permitiu que outros países fizessem comércio na costa americana. Entretanto, os britânicos não aceitaram isso de modo positivo, e persistiram com ataques às embarcações norte-americanas.

Apesar disso, em 1812, o Reino Unido revogou as leis de ataque às embarcações, porém os Estados Unidos não ficaram cientes da informação e, dois dias depois de os britânicos seguirem rumo à paz, os americanos declararam guerra ao país. O conflito durou aproximadamente dois anos e oito meses e teve mais de 3,8 mil soldados baleados, além de inúmeros prejuízos para ambos os lados.

5 – Guerra dos 335 anos


Esse "confronto" é um dos mais longos do mundo, com 335 anos, porém não pode ser efetivamente considerado um confronto, já que não houve mortes, porém tensões políticas. Os holandeses e os britânicos entraram em conflito pelo domínio das Ilhas Scilly, localizadas no sul do Reino Unido. Navios holandeses foram às ilhas e pediram indenizações pelas baixas sofridas na Guerra dos Oitenta Anos, porém nenhum acordo foi feito.

Assim, as embarcações voltaram aos Países Baixos. Como não existiram ações ofensivas, o conflito logo foi esquecido, dado como oficialmente encerrado em 1986 com um tratado de paz. O embaixador holandês Reub Huydecoper disse com bom humor após assinar o tratado que os habitantes das ilhas deviam viver em pavor por passaram mais de 300 anos "sabendo que podiam ser atacados a qualquer momento".

6 – Guerra do Futebol


O futebol realmente é capaz de deixar as pessoas mais alteradas, como nós brasileiros sabemos bem. Em 1969, as relações entre Honduras e El Salvador não andavam em perfeito acordo – algo que só foi agravado pela rivalidade das nações no campo de futebol. Jogadores de Honduras foram maltratados nos hotéis de El Salvador e vice-versa.

Quando os dois times se enfrentaram na Cidade do México na Copa do Mundo de 1970 [Nota do Clark Curioso: O jogo na realidade foi válido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970, não pelo torneio em si. Detalhes no Futebol Nostálgico], o governo de El Salvador cortou todas as relações com o povo de Honduras. Dezoito dias depois, os hondurenhos bombardearam El Salvador, confronto que deixou entre 6 e 8 mil mortos e levou 4 dias para ser encerrado após intervenção da Organização dos Estados Americanos. Quanto ao futebol, foi El Salvador que venceu a partida.

7 – Guerra dos Emus


Talvez esse seja o mais bizarro dos casos listados, já que envolve seres humanos e pássaros raivosos. Em 1932, milhares de emus (um pouco menores do que os avestruzes) invadiram fazendas do interior da Austrália atrás de alimentos e de água. Como o volume de aves foi enorme, os fazendeiros resolveram atirar nesses animais para afastá-los de suas propriedades.

Estima-se que aproximadamente 10 mil balas foram utilizadas, porém elas não conseguiram conter o avanço desses animais (os emus não voam, porém são extremamente rápidos). No total, acredita-se que 20 mil emus invadiram as plantações, sendo que só 2 mil deles foram abatidos. Depois de dias de lutas, os australianos simplesmente desistiram dos combates e as aves permaneceram nas fazendas.

Fonte: Mega Curioso

Quais são os tipos de guerra?

Existem diferentes formas de se classificar uma guerra, segundo as causas, o desenvolvimento, a intensidade, a abrangência geográfica ou a estratégia e o tipo de armamento principal utilizado. Algumas guerras podem ser incluídas em mais de uma modalidade, quando se considera elementos como a escala geográfica ou a escala de intensidade do conflito, ou ainda as causas ou origem da conflagração. É sempre interessante notar que geralmente uma guerra possui várias causas, ou seja, causada por variáveis distintas mas simultâneas. Raramente uma guerra tem uma única causa. Porém, Sun Tzu, em seu tratado "A Arte da Guerra", alerta que todas são de conquista.


Modalidades de guerra segundo a intensidade do confronto

Guerra total - Travada entre os países europeus em diversas ocasiões, com objetivos políticos e econômicos. A Guerra Total é o conflito que envolve todos os recursos de um Estado e de uma sociedade. Segundo Clausewitz, só existiria no plano das ideias ou do planejamento, e sua forma "real" seria a Guerra Absoluta. Ex: Guerras Napoleônicas, Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial.

O incidente do machado - A árvore que quase desencadeou a 3ª Guerra Mundial

Retirado do fantástico blog Rusmea, que super recomendo.


A zona desmilitarizada que separa a Coreia do Norte e a Coreia do Sul tem sido um lugar muito tenso desde o final da Guerra da Coreia, sendo palco de tensões e provocações.

Em uma ocasião, a tensão implicou uma árvore...

A Guerra Fria entre Estados Unidos e a União Soviética, e a localização estratégica da Coreia fez desse país um aliado importante para ambas partes. Esta foi a causa da Guerra da Coreia, que terminou com as duas nações separadas. Tecnicamente, a Guerra da Coreia não terminou formalmente. Não havendo um tratado de paz, apenas um armistício temporário, mas que dura desde 1953 e estabeleceu uma zona desmilitarizada entre ambas Coreias. Esta zona está fortemente custodiada por tropas de ambos países.

A princípios de 1970, as Nações Unidas estabeleceram vários postos de comando na zona limite para ajudar a controlar a situação. O posto de comando número 3 das Nações Unidas era o mais perigoso. Era o mais setentrional, e soldados da Coreia do Norte haviam tentado várias vezes sequestrar a servidores públicos da ONU desse posto de comando. Os soldados alocados no extremo sul da zona desmilitarizada, achavam que era vital manter uma estreita vigilância sobre esse posto a todo momento. O único problema era que estava rodeado por uma folhagem densa, especificamente de um Álamo que bloqueava a visão.

De modo que em 18 de agosto de 1976, sob as ordens da ONU, o exército sul-coreano enviou a cinco soldados, escoltados por uma dúzia de soldados estadunidenses, à zona limite para cortar a árvore.

Devido a que os soldados não estavam autorizados a portar armas de fogo dentro da zona, a equipe só levava machados e facões. Quando começaram a cortar o álamo, uma delegação de soldados da Coreia do Norte exigiu aos sul-coreanos que parassem de podar a árvore. Segundo eles a árvore em questão, havia sido plantada e cuidada pessoalmente por Kim Il Sung. Apesar das repetidas advertências dos norte-coreanos, os sul-coreanos continuaram com sua tarefa, até que o oficial em comando dos norte-coreanos ordenou que atacassem.

Os sul-coreanos soltaram seus machados e trataram de fugir. Os norte-coreanos que estavam desarmados pegaram os machados e atacaram as escoltas americanas, matando o oficial no comando, o capitão Arthur Bonifas, e o tenente Mark Barret e ferindo a soldados sul-coreanos. As Nações Unidas desde o posto de observação número 5, gravou o incidente com câmera e informou rapidamente sobre o acontecido aos líderes da Coreia do Norte e da Coreia do Sul.

Dois norte-americanos haviam sido assassinados, muitos esperavam que os Estados Unidos atacassem a Coreia do Norte. Mas teria sido extraordinariamente perigoso. Henry Kissinger, era então o secretário de Estado e assessor de segurança nacional do presidente Ford e estava disposto a atacar a Coreia do Norte. Mas Ford, não desejava iniciar uma nova Guerra da Coreia, ou pior ainda, uma nova Guerra Mundial, assim que criou uma solução para salvar a cara dos EUA...

A 'Operação Paul Bunyan', começou no 21 de agosto de 1976, três dias após a morte dos dois soldados norte-americanos. As 'armas de ataque' consistiam de doze soldados do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, 'armados' com motosserras. Acompanhados de 60 soldados fortemente armados e apoiados por dois helicópteros de ataque e bombardeiros B-52 Stratofortress.

Enquanto cada unidade militar ao sul e ao norte da zona desmilitarizada se encontrava em alerta máximo. Patrulhas de aviões saíram das bases aéreas de toda Coreia do Sul, enquanto que a Coreia do Norte respondeu enviando centenas de atiradores de elite (Snipers) e artilheiros situados ao longo da zona desmilitarizada. As forças do Norte estabeleceram postos de metralhadoras próximos do posto de comando 3.

A operação terminou sem incidentes.

O álamo foi podado em menos de uma hora. Foi deixado apenas o tronco pelado como um recordatório visível do que havia ocorrido ali.


Fonte: Rusmea

16 fatos incríveis que você deveria saber sobre a 1ª Guerra Mundial


Confira alguns fatos conhecidos, outros nem tanto, sobre a Primeira Guerra Mundial.

1) A Primeira Guerra Mundial foi a primeira guerra travada em uma escala global. Ela foi disputada em todos os oceanos e quase todos os continentes.

2.) Tanques foram utilizados pela primeira vez na Primeira Guerra Mundial e foram originalmente conhecidos como "Landships."

3) O gás mostarda foi introduzido pela primeira vez na 1ª GM. Não foi utilizado na 2ª GM devido à sua natureza imprevisível.

4) Foi também a primeira guerra onde mais soldados morreram de combate do que de doenças.

5) Muitos homens deram um tiro no pé, a fim de serem enviados para casa e escapar da guerra.

6) Em média, 230 combatentes foram mortos por hora durante o período da guerra.

7) Soldados canadenses sobreviveram a ataques químicos fazendo xixi em lenços e cobrindo seus rostos com eles.

8) A Rússia tinha o maior exército na guerra: 12 milhões, mas mais de 75% desses soldados foram mortos, feridos ou desaparecidos.

9) A guerra obrigou a Rússia a se transformar em União Soviética, primeiro Estado comunista do mundo.

10) Um soldado húngaro foi baleado no lobo frontal e, assim, ficou impossível para ele dormir. Ele sobreviveu por muitos anos após o incidente.

11) 4 impérios caíram após a I Guerra Mundial - O russo, alemão, otomano e austro-húngaro.

12) O rei da Bélgica lutou na linha de frente durante a guerra e sua esposa, a rainha, serviu como enfermeira.

13) A heroína foi usada durante a Primeira Guerra Mundial como um remédio para a tosse.

14) Hitler lutou na Primeira Guerra Mundial e tinha um bigode cheio, mas foi obrigado a aparar para melhor acomodar uma máscara de gás.

15) França começou a construir uma Paris falsa para confundir alemães na 1ª Guerra Mundial.

16) A cirurgia de enxerto de pele foi inventada durante a Primeira Guerra Mundial.

Fonte Blox Blux

INFOGRÁFICO: A Primeira Guerra Mundial em números

A Primeira Guerra Mundial foi uma das últimas Grandes Batalhas Navais da História e a primeira vez em que tanques e armas químicas foram utilizados em um campo de batalha.

Conheça estas e outras informações e curiosidades com o infográfico "A Primeira Guerra Mundial em números".

Clique na imagem para ampliar.


Fonte: History

As 8 batalhas mais importantes da História


Você já teve a oportunidade de conferir aqui no Mega Curioso quais foram as batalhas mais sangrentas e até as mais absurdas da História. Agora, o pessoal do Live Science reuniu em uma lista as batalhas mais épicas de todos os tempos, que vamos apresentar a vocês a seguir.

Esses foram os confrontos mais significativos para a história da humanidade e marcaram as suas épocas, definindo um novo rumo de suas civilizações e da ordem mundial. Confira abaixo.

8 – A batalha de Maratona

No ano de 490 a.C., os cidadãos gregos se enfrentaram contra os invasores persas enviados pelo rei Dario I. Os persas levaram navios com 20 mil soldados da infantaria e cavalaria para Maratona a fim de punir os gregos de Atenas por apoiar os jônios, que tinham se revoltado contra eles anteriormente.

Apesar de estarem em menor número, os atenienses enfrentaram o ataque de frente, fazendo com que o exército persa entrasse em pânico e fugisse de volta para os seus navios. Mais de 6 mil persas foram mortos, sendo que entre os gregos as mortes foram de menos de 200 homens, de acordo com Heródoto.

A batalha também deu origem à história de Feidípedes, que teria corrido cerca de 40 km entre o campo de batalha de Maratona até Atenas para avisar a cidade da vitória do exército ateniense contra os persas e morreu de exaustão após cumprir a missão.


5 legados da Primeira Guerra Mundial que você provavelmente não sabia


O jornal norte-americano The Wall Street Journal elaborou em seu site um mapa interativo e detalhado de todos os legados que a Primeira Guerra Mundial deixou para o mundo. Lançado para celebrar os cem anos do começo da Guerra, o site agrega diversas categorias como "Figuras notáveis", "Tática e estratégia", "Hitler", "Fascismo", "Submarinos", "Armas químicas", "Poesia", "Música clássica" e muitos outros.

Abaixo seguem algumas invenções que, embora produzidas durante a Grande Guerra, raramente são relacionadas aos seus efeitos:

Os preservativos

Essa forma de contraceptivo já existia antes da Primeira Guerra Mundial, mas a sua massificação é uma consequência do conflito. Durante a guerra eram entregues aos soldados alemães e britânicos, porém os americanos resistiram à sua distribuição por questões morais, argumentando que isso fomentaria a fornicação. Durante a Primeira Guerra Mundial, o Exército dos EUA perdeu mais de 10.000 homens por motivo de enfermidades transmitidas sexualmente. Tendo aprendido a lição, a distribuição de preservativos aos soldados foi efetivada durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo alguns especialistas em saúde pública, a Primeira Guerra Mundial abriu caminho para os programas de educação sexual para os militares nos EUA.


8 curiosas invenções da Primeira Guerra Mundial

Com os cem anos de início da Primeira Guerra Mundial, estamos há alguns dias falando de, entre outros assuntos, certas inovações trazidas por ela. Afinal, para novos problemas, novas soluções, diz a premissa. Na lista abaixo, seguem mais algumas invenções surgidas nesse doloroso conflito; algumas que perduram até hoje (com devidas adaptações), e outras que já não são mais utilizadas:

Localizador acústico
Grandes alto-falantes que amplificavam sons a quilômetros de distância. Monitorados por receptores, permitiam direcionar a plataforma para identificar aviões inimigos.



Avião da Segunda Guerra desaparecido é encontrado mais de 60 anos depois

Um Douglas C-47 remanescente da Segunda Guerra foi encontrado na Sibéria, em condições absolutamente impressionantes.

Encontrado na vasta península de Taymir, o C-47 está incrivelmente bem conservado devido ao clima seco e frio da região. A conservação é tão boa que seu número serial na cauda, 232892, perfeitamente visível, permitiu uma rápida identificação da fuselagem.


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